Diana Vinagre é natural de Braga, cidade onde concluiu o Curso Complementar de Violoncelo em 1998 no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, na classe de Paula Almeida. Prosseguiu os seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra em Lisboa, com Paulo Gaio Lima. Em 2003 completa a sua Licenciatura em Instrumentista de Orquestra e nessa temporada integra o naipe de violoncelos da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Em Setembro de 2004 ingressou no Conservatório Real de Haia no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação na classe de violoncelo barroco de Jaap ter Linden. Concluiu a Licenciatura em Fevereiro de 2006 e o Mestrado em Maio deste ano, com distinção. No ano lectivo 2006/7, foi detentora da bolsa de estudo para investigação ao nível do Mestrado, Honnours Programme, concedida pelos Conservatórios de Haia e de Amsterdão.
Desde que se dedica à prática do violoncelo histórico, tem colaborado com diversos ensembles: New Dutch Academy, Orchestra of The Age of Enlightenment, Orquestra do séc XVIII, B’Rock, Orquestra Barroca Divino Sospiro. Tocou sob a direcção de Enrico Onofri, Laurence Cummings, Mark Elder, Vladimir Jurowsky, Simon Murphy, Bartold Kuijken, Christina Pluhar, Elizabeth Wallfisch, Alfredo Bernardini, Rinaldo Alessandrini e Frans Bruggen, Lars Ulrik Mortensen, Chiara Banchini, Margaret Faultless, Alexis Kossenko.
Em 2007 integrou a Orquestra Barroca da União Europeia, realizando várias tournées europeias nas quais também se apresentou como solista. É o primeiro violoncelo da Orquestra Barroca Divino Sospiro, sob a direcção de Enrico Onofri.
Desde que se dedica à prática do violoncelo histórico, tem colaborado com diversos ensembles: New Dutch Academy, Orchestra of The Age of Enlightenment, Orquestra do séc XVIII, B’Rock, Orquestra Barroca Divino Sospiro. Tocou sob a direcção de Enrico Onofri, Laurence Cummings, Mark Elder, Vladimir Jurowsky, Simon Murphy, Bartold Kuijken, Christina Pluhar, Elizabeth Wallfisch, Alfredo Bernardini, Rinaldo Alessandrini e Frans Bruggen, Lars Ulrik Mortensen, Chiara Banchini, Margaret Faultless, Alexis Kossenko.
Em 2007 integrou a Orquestra Barroca da União Europeia, realizando várias tournées europeias nas quais também se apresentou como solista. É o primeiro violoncelo da Orquestra Barroca Divino Sospiro, sob a direcção de Enrico Onofri.
Rebecca Rosen iniciou o seu estudo de violoncelo aos nove anos de idade em Los Angeles. Em 2000, depois de ter terminado a sua licenciatura suma cum laude em teoria musical na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), começa a ter aulas de violoncelo barroco com Elisabeth LeGuin. Aprofunda o seu contacto com a música antiga através da participação intensiva em workshops em São Francisco, Bóston e Amherst, onde participa em masterclasses com Phoebe Carrai e Sarah Cunningham.
Em 2002, obtém uma bolsa de estudo da Fundação Fullbright para estudar violoncelo barroco com Jaap ter Linden no Real Conservatório de Haia, na Holanda. Nesta instituição termina a licenciatura assim como o mestrado em música antiga.
Em 2002, obtém uma bolsa de estudo da Fundação Fullbright para estudar violoncelo barroco com Jaap ter Linden no Real Conservatório de Haia, na Holanda. Nesta instituição termina a licenciatura assim como o mestrado em música antiga.
Rebecca apresenta-se com ensembles de renome como Les Musiciens du Louvre, B’Rock, Capriccio Stravagante, New Dutch Academy, La Stravaganza Köln, La Scintilla (com Cecília Bartoli), Al Ayre Español e também com uma nova orquestra da qual é também co-fundadora, Collegium Musicum Den Haag.
Em Maio de 2008, apresentou em concerto duas suites de J.S.Bach no concerto de abertura do Internationale Barockstage Festival em Melk, Áustria.
Mechtild Karkow-violino barroco

Mechtild Karkow estudou violino nas escolas superiores de Lübeck e de Zürich com Nora Chastain e na Escola Superior de Hannover com Ulf Schneider, onde se graduaou com distinção em 2005.
Tem vindo a trabalhar a interpretação historicamente informada e violino barroco com Monika Bauer, Anne Röhrig, John Holloway, Simon Standage e Anton Steck desde 2002. Desde 2006 frequenta uma pós-graduação em Música Antiga na Escola Superior de Frankfurt com Petra Müllejans.

Mechtild Karkow estudou violino nas escolas superiores de Lübeck e de Zürich com Nora Chastain e na Escola Superior de Hannover com Ulf Schneider, onde se graduaou com distinção em 2005.
Tem vindo a trabalhar a interpretação historicamente informada e violino barroco com Monika Bauer, Anne Röhrig, John Holloway, Simon Standage e Anton Steck desde 2002. Desde 2006 frequenta uma pós-graduação em Música Antiga na Escola Superior de Frankfurt com Petra Müllejans.
Mechtild apresentou-se com vários grupos em diversos festivais: Internationale Händel-Festspiele Göttingen, Neues Forum für Alte Musik Zürich, York Early Music Festival, Festival Seviqc Brežice and Festival International Echternach. Toca com grupos como La Scintilla, Hannoversche Hofkapelle, European Union Baroque Orchestra, Orchestra of the Age of Enlightenment, a Wallfisch Band e a Freiburger Barockorchester.
Foi a vencedora ex-aequo do Concurso Internacional de Violino Barroco Bonporti 2007, em Roveretto, Itália.
Kayo Saito-Violino barroco
Kayo Saito nasceu no Japão. Estudou teologia na Universidade Doshisha e violino na Academia de Orquestra de Toho.
Kayo Saito nasceu no Japão. Estudou teologia na Universidade Doshisha e violino na Academia de Orquestra de Toho.
Em 2002 ingressa no Conservatório Real de Haia, Holanda, terminando este ano o Mestrado, depois de ter já obtido a Licenciatura em Música Antiga, com orientação de Ryo Terakado, Kati Debretzeni e Elizabeth Wallfisch.
Kayo divide a sua actividade entre o violino e a viola, tendo liderado o naipe das violas na Academia Europeia de Ambronay em 2005, sob direcção de William Christie. Liderou também o naipe dos violinos do Collegium Musicum Den Haag nos Festivais austríacos Brunnenthaler Konzertsommer em Brunnenthal e Italia Mia em Viena.
Colabora regularmente com grupos como Les Arts Florissants, New Dutch Academy, Les Inventions, Collegium Musicum Den Haag e De Swaen.
Colabora regularmente com grupos como Les Arts Florissants, New Dutch Academy, Les Inventions, Collegium Musicum Den Haag e De Swaen.
Raquel Massadas-Viola BarrocaRaquel Massadas completou a sua Licenciatura em Lisboa e continuou os seus estudos na Northwestern University em Chicago e em 2000 completou a sua pós-graduação no Royal College of Music em Londres sob a supervisão de Simon Rowland-Jones.
Trabalhou com a Orquestra Sinfónica da Malásia, Orquestra Gulbenkian e vários ensembles de música contemporânea.
Raquel começou os seus estudos de música antiga na Academia de Música de Lisboa com Richard Gwilt. Hoje em dia trabalha com vários ensembles e orquestras de música antiga, incluindo Wallfisch Band, Al Ayre Español, Concerto Köln e Orquestra Barroca de Freiburg.
Duncan Fox começou os seus estudos musicais com o piano aos oito anos. Mais tarde estudou contrabaixo na Royal Academy of Music Junior School. Entre 1987 e 1991 frequentou o Royal Northern College of Music em Manchester onde estudou o contrabaixo com Duncan Mc. Tier, Piano com David Lloyd e Viola da Gamba com Richard Boothby. Duurante este período trabalhou com diversas orquestras, tais como a Manchester Camarata, The Goldberg Ensemble e Opera North. Obteve o seu diploma (Bmus) em 1991 e no mesmo ano o prémio Eugene Cruft em contrabaixo.
Em 1992 ingressou na Orquestra Sinfónica Portuguesa onde detém actualmente o lugar de coordenador de naipe adjunto. O seu interesse na interpretação de música antiga com instrumentos da época tem sido desenvolvido com o estudo de instrumentos de corda e de tecla mas o seu foco de atenção ao violone, instrumento com características do seu antepassado viola da gamba e do seu sucessor, o contrabaixo. Com este instrumento colabora com diversas orquestras e agrupamentos de câmara como Concerto Atlântico, Capela Real, Segréis de Lisboa e a Orquestra Barroca Ars Antiqua.
Miguel Jalâto-Cravo/orgão
Concluiu o Curso Complementar de Cravo no Conservatório de Música do Porto na classe de Maria de Lourdes Alves em 1998, Nesse mesmo ano ingressou no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação do Conservatório Real da Haia (Países Baixos) onde completou a Licenciatura (2002) e o Master Degree (2005), sempre sob a orientação de Jacques Ogg. Frequentou Master-Classes com Ilton Wjuniski (Portugal e França) e estudou ainda órgão barroco e clavicórdio. Foi bolseiro do Centro Nacional de Cultura. Em Setembro de 2006 concluiu o Mestrado em Performance Musical do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, com uma dissertação intitulada "Música de Câmara da 1ª metade do século XVIII nas fontes do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra - os Códices P-Cug MM62 e MM63".
Com o grupo La Speranza, dedicado à música vocal do século XVII, apresentou-se já em vários recitais na Áustria, Países Baixos e Portugal. Tocou sob a direcção de Jaap ter Linden, Elizabeth Wallfish, Ton Koopman, Christina Pluhar, Rinaldo Alessandrini e Alfredo bernardini. Com a Lyra Baroque Orchestra (Minnesota) e Real Escolania de S. Lourenço d’El Escorial, sob a direcção de Jacques Ogg, apresentou-se em concertos em Madrid, El Escorial e Burgos, gravando ainda para a editora Glossa Music (Espanha) o CD "António Soler: Vilancicos 1769". Tocou com a Orquestra da Radiotelevisão Norueguesa, sob a direcção de Roy Goodman, em Oslo e Drammen; sob a direcção de Cristophe Rousset, participou numa produção de duas óperas de Marc-Antoine Charpentier com a Académie Baroque Européenne de Ambronay/2004, tocando em alguns dos principais teatros de França e Espanha; desta produção resultou ainda uma participação num DVD dedicado a Charpentier editado pela Armide/ARTE (França) Recentemente (2006) apresentou-se em 3 concertos na Bélgica (Bruxelas e Antuérpia) com as Musikalische Exequien de Schütz, sob a direcção de Wim Becu.
Em Portugal deu diversos recitais a solo e de música de câmara, nomeadamente com o Ludovice Ensemble, do qual é um dos directores artísticos. Foi membro da Orquestra Barroca Divino Sospiro entre 2005 e 2007; com este agrupamento, e maioritariamente sob a direcção de Enrico Onofri, apresentou-se em numerosos concertos quer como continuísta quer como solista, nomeadamente nos Festivais de Île-de-France, Ambronay e La Folle Journée 2006 de Nantes (França); La Folle Journée au Japon 2006, de Tóquio (Japão); no Festival Internacional de Mafra, no Festival Internacional de Música de Leiria, nos Encontros de Música Antiga de Loulé, na Festa da Música 2006, em Ciclos de Concertos no Teatro Nacional de São Carlos, e em cinco residências no Centro Cultural de Belém
Com o grupo La Speranza, dedicado à música vocal do século XVII, apresentou-se já em vários recitais na Áustria, Países Baixos e Portugal. Tocou sob a direcção de Jaap ter Linden, Elizabeth Wallfish, Ton Koopman, Christina Pluhar, Rinaldo Alessandrini e Alfredo bernardini. Com a Lyra Baroque Orchestra (Minnesota) e Real Escolania de S. Lourenço d’El Escorial, sob a direcção de Jacques Ogg, apresentou-se em concertos em Madrid, El Escorial e Burgos, gravando ainda para a editora Glossa Music (Espanha) o CD "António Soler: Vilancicos 1769". Tocou com a Orquestra da Radiotelevisão Norueguesa, sob a direcção de Roy Goodman, em Oslo e Drammen; sob a direcção de Cristophe Rousset, participou numa produção de duas óperas de Marc-Antoine Charpentier com a Académie Baroque Européenne de Ambronay/2004, tocando em alguns dos principais teatros de França e Espanha; desta produção resultou ainda uma participação num DVD dedicado a Charpentier editado pela Armide/ARTE (França) Recentemente (2006) apresentou-se em 3 concertos na Bélgica (Bruxelas e Antuérpia) com as Musikalische Exequien de Schütz, sob a direcção de Wim Becu.
Em Portugal deu diversos recitais a solo e de música de câmara, nomeadamente com o Ludovice Ensemble, do qual é um dos directores artísticos. Foi membro da Orquestra Barroca Divino Sospiro entre 2005 e 2007; com este agrupamento, e maioritariamente sob a direcção de Enrico Onofri, apresentou-se em numerosos concertos quer como continuísta quer como solista, nomeadamente nos Festivais de Île-de-France, Ambronay e La Folle Journée 2006 de Nantes (França); La Folle Journée au Japon 2006, de Tóquio (Japão); no Festival Internacional de Mafra, no Festival Internacional de Música de Leiria, nos Encontros de Música Antiga de Loulé, na Festa da Música 2006, em Ciclos de Concertos no Teatro Nacional de São Carlos, e em cinco residências no Centro Cultural de Belém



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